Família em festa

29 de janeiro de 2018

Quando se tem a família enorme de gigante é difícil reunir todo mundo e as poucas vezes que isso acontece geralmente são por motivos tristes. Deve ser por isso que a parte italiana do meu sobrenome, ou seja, todo mundo que descende dos meus avós maternos se reuniu num só lugar com nenhum outro motivo além de almoçar junto e fazer festa. Assim, sem nenhuma data comemorativa, nenhum aniversário, nenhuma tragédia. A festa pela festa.




Jogo de bocha, um clássico da colonada


Tudo foto de celular, meio tosca ou mal pensada, mas vale o registro.

Retrospectiva literária 2017

25 de janeiro de 2018


A Assinatura de Todas as Coisas - Elizabeth Gilbert: a primeira metade foi maravilhosa, mas depois de um certo ponto ficou só na questão dos fungos, e era desenho de fungo, e era paixão por fungo, não aguentava mais ver a palavra fungo. Observação: 2017 passou voando, mas o início de 2017 parece ter acontecido há milênios então não tenho tanta certeza se a palavra em questão era fungos. De qualquer forma rolou uma obsessão aí.

Crime e Castigo - Fiodor Dostoiévski: devo ter começado a ler esse livro ainda em 2016. Não lembro, faz três séculos desse acontecimento, só sei que demorei meses e meses pra concluir essa leitura. O que posso dizer desse clássico que mal li e já considero pacas? Foi uma leitura difícil porque eu não suportava ter que estar dentro da cabeça do Raskolnikov. Eita pessoa chata com uns dilemas estranhos e sem consideração. Caso tenha um professor de literatura por aqui peço perdão pelas bobagens escritas.

Quem poderia ser a uma hora dessas? - Lemony Snicket: aparentemente isso é uma série de livros e eu nem sei porque peguei pra ler se eu não tinha intenção de ler os outros livros. Enfim. Só queria um livro bobinho e fácil de ler porque nesse ponto do ano passado eu já tinha entendido que eu tava 100% empacada nas leituras e nenhuma vingava. Essa, com um pouco de custo, rolou. Da historinha gostei, futuramente talvez eu continue a ler a série.

The Picture of Dorian Gray - Oscar Wilde (inglês): olha só, primeiro livro físico que li do ano e o primeiro em inglês também. Inclusive achei que a língua seria uma coisa díficil porque né, a gente tem na cabeça que coisa velha tem inglês velho, mas sabe que não? Foi chuchu beleza pra ler. E digo mais!! Foi lindo de ler pois POÉTICO, ao mesmo tempo que eu me ria toda pois também engraçado. Recomendadíssimo, que livro maravilhoso.

Mitologia Nórdica - Neil Gaiman: comprei esse livro porque tenho uma simpatia gratuita pelo Neil Gaiman e li porque o mundo é cheio de referências a mitologias variadas então é sempre bom saber né. Na introdução desse livro Gaiman diz que há poucos registros e muita coisa foi perdida com as transições culturais, então teve que colocar um pouco da imaginação dele pra dar aquela liga na história e conseguir fazer algo mais ou menos cronológico. Gostei.

Infância, Adolescência, Juventude - Liev Tolstói: esse foi outro que demorei meeeses pra terminar. Talvez seja alguma coisa a ver com russos, visto que foi assim com Crime e Castigo e também com Anna Karenina. O que não quer dizer que é ruim, só que a escrita as vezes parece meio truncada e difícil de prosseguir. A história em si não me atraiu muito, resumindo é só Tolstóizinho fazendo algo meio biográfico/meio ficção falando sobre ele pequeno, adolescente e depois jovenzinho. O mais interessante mesmo é descobrir como era o mundo daquela época, as relações da sociedade (rica, no caso), a convivência na faculdade, os dilemas do primeiro amor, de uma forma menos romantizada que geralmente é.

It's gift time! - diarinho #3

21 de dezembro de 2017

Quarta-feira, 13 de dezembro de 2017

Um pouco mais de dois meses atrás fui assaltada. Levaram a mochila com todas as coisas do curso modelagem, minha pasta cheia de moldes (tudo bem organizado) e as réguas, que juntas somam uma pequena fortuninha. Levaram chaves, levaram o suéter favorito do meu namorado, levaram os imãs bonitos que minha irmã trouxe da Dinamarca e eu usava clandestinamente para recolher os alfinetes espalhados pela mesa. Levaram também meu celular, que estava mais para lá do que para cá mas ainda funcionava e o mais importante: era meu. Desde então divido o celular com minha mãe, que também não é lá aquelas coisas, mas é possível ligar então tamo aí.

Aí teve Black Friday, e teve promoção boa, e teve compra no boletão. Estou no aguardo dos Correios, que deveriam entregar no serviço do Bruno, mas os espertos estão aparecendo lá depois do horário comercial, quando não há ninguém para receber. Assim dificulta, né.

* * *

Ontem foi o último dia de aula antes das férias. Não era aula-aula de verdade, a professora só daria as devolutivas (conversar com a professora sobre os pontos fortes e fracos do desempenho em aula, devolução do projeto final e nota – tirei A!!!), depois amigo secreto e comidas. Eu dei dois pares de meias fofas para a Mari S. e recebi uma blusa cropped muito linda da Eli G. Depois que todo mundo foi embora, fui para a sala de costura terminar o casaco de moletom. Ficou ridículo, mas consegui. Ainda bem que não depositei muitas esperanças nele nem gastei um tostão com materiais, usei tudo que tinha ganho da minha tia que costura. Sorte.


Quarta-feira, 20 de dezembro de 2017

Percebi o quanto fiquei cagona com o passar do tempo. Quando criança sempre fui uma menina ativa, sem medo de nada, de viver em cima de todas as árvores do mundo, pular de qualquer altura, subir pelas cortinas. Hoje meu pai estava no telhado e precisou que eu alcançasse uma ferramenta para ele. Para realizar tal feito eu só precisava subir uma escada de madeira feita em casa e bem longe do Inmetro. Subir foi tranquilo, peguei impulso e quando vi estava lá, mas descer… meu Deus… DESCER. Como foi difícil. Coração ficou na boca e achei que aquela seria a minha morte por motivo besta.

Tô com vergonha de admitir para a Marina de 8 anos que me tornei o que mais temia (na época): uma adulta fresca e com medo de altura.

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CELULAR CHEGOU!!!!!! Finalmente, não aguentava mais a espera do dito cujo. É um Moto G5s comprado na promoção da Black Friday. Meu namorado tá com tanto olho pra cima dele do tanto que achou bonito que se quebrar já sei de quem foi a culpa.

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Ontem eu e Bruno fomos no cinema ver Star Wars: Os Últimos Jedi. Achei que fizeram um ótimo material para produção de muitas fanfics mundo afora. Tem arminhas e comédia romântica na medida certa – fora que FINALMENTE tem capanga do mal que luta de verdade. O sorriso da Daisy Ridley sempre me abala.
 

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